segunda-feira, março 17, 2008



NESTE SÁBADO (22/03) AS 16H00MIN NO CONJUNTO CEARÁ

ENDEREÇO: Rua 121, casa 116, 1ª etapa - Conj. Ceará - Próximo ao terminal.

Fones: 8862-5678 / 3489-6728(TÂNIA)

COMPAREÇAM!


NESTE DOMINGO NOS REUNIREMOS PARA UM ENCONTRO DE PÁSCOA NO SÍTIO DA FELICIDADE NO EUSÉBIO.
SE VOCÊ DESEJA PARTICIPAR ENTRE EM CONTATO CONOSCO!
TEL: 8817 5758 / 3241 0795

sexta-feira, março 14, 2008


O Evangelho é o Nome

Foi porque “os cristãos” não entenderam que o Evangelho é Jesus, que, separadamente de Jesus, criaram uma outra coisa, e que deveria ser vista por todos como “o Evangelho”. Assim, Jesus seria o Cordeiro da Cruz e da Ressurreição; mas, à parte Dele, deveria surgir uma “doutrina de salvação”; conforme o conceito de “doutrina” dos homens — tendo nos gregos os artífices filosóficos e metodológicos desse “ídolo de pensamentos” patrocinado pelo Império Romano. Ora, o Evangelho que se vê anunciado por Paulo, por exemplo, não é uma “doutrina”, conforme o termo se faz entender por nós, mas apenas uma explanação dos significados salvadores do que Jesus fez; e além disso, uma aplicação de natureza individual, existencial e, também comunitária do significado de se ter crido e aprendido em e de Jesus. Entretanto, tal explanação não obedece a lógicas humanas, e nem se reveste de nada que se assemelhe a um “sistema”; posto que, para Paulo, não havia nada a ser sistematizado no Evangelho, mas apenas crido. E o fato do apóstolo não ficar citando palavras de Jesus, conforme ditas e registradas nos 4 evangelhos (e que já existiam como informação oral), apenas prova que até mesmo o que Jesus disse não era material para ser “decorado”; antes era algo para ser entendido como espírito e como consciência aplicada à vida. Foi a esquizofrenia produzida entre Jesus-Evangelho, de um lado; e um corpo de doutrinas chamada de Evangelho; de outro lado (o qual é feito da sistematização de tudo o que na Bíblia se pode usar para fundamentar um pressuposto “lógico” acerca de um “plano da salvação”) — justamente aquilo que tornou Jesus tão diferente daquilo que a “igreja” chama de “Evangelho”; e, ao mesmo tempo, tornou a “igreja” tão díspare em relação à Pessoa de Jesus. Muita gente diz “o evangelho está crescendo...”; ou o “evangelho está tendo resistências...”; ou ainda “o evangelho progrediu muito...” — sempre em referência ao crescimento de adesões religiosas à “igreja”; mas quase nunca pensando que o Evangelho só cresce para dentro; e qualquer coisa que carregue o seu nome do lado de fora, tem que ser a mera reprodução do que ele gerou no coração. Todavia, para a “igreja”, Jesus salva; mas o que o salvo se torna não tem nada a ver com Ele! Aliás, se ficar parecido com Ele não serve para a “igreja”. Pois nada incomoda mais a “igreja” do que alguém que busque ser, radicalmente, como Jesus. Andar como Ele andou, para a “igreja”, significa outra coisa. De fato significa comportar-se como a “igreja” determina; mesmo que isto venha a ser equivalente a negar o modo como Jesus se mostrou a todos os seres humanos; conforme o registro dos 4 evangelhos. De fato Jesus é o Evangelho; pois é somente Nele, e na fé que converge de modo exclusivo para Ele, que surge o entendimento do Evangelho. O Evangelho é Jesus, em todas as Suas histórias, ações, visões, ensinos, interpretações da realidade, e, sobretudo, Sua entrega voluntária, como Cordeiro; e, para, além disso, Sua Ressurreição! Para se entender o Evangelho tem-se que olhar a vida com o mesmo tipo e qualidade de amor que Jesus demonstrou em Sua existência no tempo e no espaço; ou seja: na Sua Encarnação. O Evangelho só cresce em nós quando a consciência de Jesus se torna crescente em nós. Isto é ter a mente de Cristo, segundo Paulo. Portanto, isto é Evangelho. O Evangelho é o entendimento segundo Jesus que se torna vida e alegria para quem crê. Sem tal olhar e sem tal sentir e pensar, conforme Jesus, não há nada que seja Evangelho. Sim, sem isto podemos ter 4 evangelhos, mas não temos ainda o Evangelho. Isto porque o Evangelho não existe nos quatro evangelhos. Ali temos registros verdadeiros de Quem é Jesus; e de tudo o que, sendo essencial, Ele fez e ensinou. Sim, não há nada além de letras nos registros dos evangelhos, até nos mais originais de todos eles, posto que o Evangelho não é uma informação, mas sempre uma encarnação da Palavra. Por esta razão, do ponto de vista de Jesus, conforme os evangelhos, o Evangelho tinha a ver com gestos. Afinal, uma mulher o unge com óleo e Ele diz que aquilo era Evangelho. Na Bíblia há quatro evangelhos, mas nenhum deles é Evangelho enquanto não é crido e praticado! Quando Paulo diz que o Evangelho é poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, ele não se refere a nenhuma sorte de adesão à “religião da salvação”, mas exclusivamente a ter crido e obtido, pela fé, o entendimento para provar a salvação como benefício espiritual já na Terra. Afinal, Evangelho é Boa Nova. E que Boa Nova há em quatro evangelhos que não se tornam Evangelho (produtor de vida e paz) na vida dos papagaios que o decoram? Há papagaios capazes de desenvolver inteligência de resolução de problemas de uma criança normal de seis anos. E com a memória que esses pássaros possuem se ensinados, decorariam os evangelhos, como uma criança é capaz de fazer quando treinada. Neles, porém, não haveria nenhum Evangelho. Evangelho é vir e aprender com Aquele que é manso e humilde de coração, achar descanso para a alma Nele; e trocar a canga da angustia pelo peso-leve de Seu fardo de alegrias. Evangelho é achar o tesouro que nos evangelhos é uma parábola! Evangelho é a chance de nascer de novo e de ter no coração o reino de Deus! Evangelho é certeza de perdão; mas que trás consigo o compromisso com o perdão ao próximo; que, no Evangelho, não é um sacrifício, mas algo agradável como um grande privilégio! Evangelho é ser forte contra a mentira e doce ante qualquer que seja a confissão de verdade! Evangelho é a alegria de dar a vida pelos amigos; e até pelos inimigos! Evangelho é, portanto, andar como Ele andou; e isto para total benefício de quem O segue em fé! Evangelho é assim... igualzinho a Jesus! E para eu dizer o que é Evangelho, com minhas imensas limitações, teria que escrever tudo o que vejo, sinto, percebo e recebo de Jesus todos os dias; além de tudo o que de Sua Graça vejo nos evangelhos, e enxergo como Evangelho de salvação, na minha vida, e na de todo aquele que crê e busca andar conforme a Sua mente. Assim, ao invés de buscar decorar os evangelhos, busque entender o seu espírito; pois Jesus disse: “As minhas palavras são espírito e são vida”. Enquanto o Evangelho não se torna um entendimento em fé, e que nos concede cada vez mais ver, sentir, e decidir conforme Jesus, nenhum benefício do Evangelho chegou até nós. O Evangelho é Caminho, Verdade e Vida — e Caminho, Verdade e Vida só estão em Jesus. Portanto, o Evangelho é Jesus e Jesus é o Evangelho; e tudo o que não for assim e conforme o espírito de Cristo, pode até ganhar o apelido de “evangelho”, mas não é Evangelho. Ora, é apenas por crer que os quatro evangelhos só se tornam Evangelho se cridos e praticados como entendimento e consciência; e também é somente por ter o testemunho de toda a História da Igreja quanto ao fato de que sem Bíblias, o povo fica nas trevas; mas também que com Bíblias, porém sem ter a Jesus como a “chave hermenêutica” da leitura, o povo fica “evangélico” — que ouso dizer que nem mesmo a Bíblia ajuda se a pessoa não tiver entendido que Jesus é o Evangelho; e que até da Bíblia muitas coisas deixam de ser Evangelho pelo simples fato de não terem sido encarnadas por Jesus como vida. O local físico onde posso ler os quatro evangelhos é a Bíblia. Porém se na leitura eu não olhar tudo a partir da certeza de que Jesus é o Evangelho, a Bíblia servirá apenas para dividir e dividir as pessoas em nome de Deus; porém sem Deus em nenhuma das divisões; todas feitas em nome de verdades de fariseus; as quais, para Jesus, ainda quando eram verdadeiras, se tornavam mentira; posto que não eram praticadas pela via do amor que fez Deus se encarnar em Jesus.

Nele, que é o Evangelho,

Caio

quinta-feira, março 13, 2008

Estação

Por Ivo Fernandes

Semana passada pela primeira vez na história da Estação em Fortaleza alguém chegou para mim e disse “que não dava mais”, que estava “se desligando”. Na hora fiquei sem saber o que dizer, pois não entendi o “se desligando” sei que pessoa não estava deixando o Caminho estava apenas querendo informar que seu tempo na estação havia acabado. Ela não voltará? Quem sabe? Estação é assim mesmo.

Depois do acontecido refleti sobre isso. Avaliei meus sentimentos e o momento da Estação em Fortaleza. No começo muitas pessoas tinham pavor de imaginar uma organização, até hoje muitos ainda possuem verdadeira ojeriza de tal coisa. O que para mim ou é bobo ou é um ingênuo. A questão não é discutir se as estações do Caminho da Graça devem ter ou não estatutos, devem ou não ter mentores, deve ou não ter supervisão. Isso de verdade são realidades de qualquer grupo humano. Isso na verdade é sensatez.

O que não pode acontecer é começarmos a esquecer do que realmente é o espírito do Caminho da Graça e de suas estações. E como estação, todos são livres para ir e virem quando quiser, sem precisar comunicar o “desligamento”, porque é da natureza da estação tal movimento.

A estação é um lugar-pouso para os peregrinos, para os caminhantes, nela eles descansam, avaliam sua caminhada, respiram e ganham forças para continuar a caminhada.

A estação não é um estacionamento, ou um depósito. É um lugar para não se “ficar”, mas para se ir e passar sempre que no Caminho precisarmos de reforço na caminhada.

A estação é leve e sem regras rígidas porque atende a todos os diferentes caminhantes.

A estação não é uma denominação religiosa mais um espaço para todos, onde se é possível a comunhão. Ela não é um fim em si mesma. Ela existe para os caminhantes e não os caminhantes para ela.

Talvez nem todos acreditem que possa haver um lugar assim, restando-nos apenas o convite vem e vê.

A mim enquanto mentor, quero estar sempre disposto a servir e me permitir ser servido nesta estação. Alegro-me em saber que em qualquer lugar hoje há uma estação para eu poder estar-passar-pousar quando precisar. E isso em casas, praças, restaurantes, teatros e em qualquer lugar, pois o que faz existir uma estação não é o lugar em si com sua estrutura, mas o espírito que envolve o lugar.

Em Fortaleza todo lugar já nos serviu e ainda nos serve desde as casas dos irmãos, as praças e parques e até a Casa do Caminho.

Vou sempre à estação porque lá ganho forças para continuar a jornada da vida. Assim quem quiser vir saiba que cada um é livre para entrar e sair e achar pastagem. Sim, entrar e sair. Encontrar pastagem, ou seja, Evangelho da Graça.

Se alguém estiver precisando estar-passar num lugar assim sejam bem-vindos a Estação do Caminho da Graça em Fortaleza ou em qualquer estação de qualquer lugar.

quarta-feira, março 12, 2008

Vejam

Por Carlos Bregantim

Caros mentores amigos,
perdão, não sou dos que repassa tudo que recebe. Lido na net ja tempo suficiente pra saber triar o que entendo seja interessante para mim e muito mais o que repasso aos do meu mailing. Mas, li 2 x O EVANGELHO MALTRAPILHO neste ultimo ano. Ai tive contato com os escritos do autor, Brennan Manning. Até aqui, tudo li e ouvi me abençoou muito, pois, a GRAÇA ESCANCARADA DE DEUS é o tema que ele trata e é o nosso tema. O jeito dele falar do AMOR ESCANDALOSO DE DEUS me cativa. Uma amiga querida foi ouvi-lo o mes passado em NY e me disse que, pessoalmente, ele é ainda mais cativante. Ele contou, disse esta amiga, que seu retorno para Deus se deu num critico momento em que, sua mulher e filha lhe viram caido bebado na rua e a sua mulher disse à filha, NÃO LIGA PRA ESTE VERME MINHA FILHA. O Brennan disse, é isto que eu sou, um verme e Ele me amou assim mesmo. Bem, é obvio que voces ja sabem dele e é certo que estou chovendo no molhado, e é provavel que ja viram este video, mas, com seu perdão, ai vai outra vez.
Brennan Manning - Você crê que Ele te ama? http://br.youtube.com/watch?v=mxwkSqUarow
Sempre com carinho,
Bjs
Carlos Bregantim

segunda-feira, março 10, 2008

O Caminho da Graça é para todos, mas nem todos querem.

Por Ivo Fernandes

Desde que comecei a me reunir com os irmãos em Abril de 2006 que digo que o Caminho da Graça é para mim, isso em hipótese alguma anula o que também muito digo que o Caminho da Graça é para todos. Quando digo que é para mim é porque sei que durante este tempo muitos descobriram que o Caminho da Graça não é para eles.
Eu, particularmente, estou neste Caminho porque não tenho mais outro caminho a fazer. Mas não tenho o caminho como quem tem a última das opções. Tenho como quem entendeu que este Caminho só se acha quando não mais se procura, mas se permite ser achado. E uma vez achado neste caminho entende de uma vez por todas que só há um Caminho.
Há algumas reuniões atrás orei por nossos entendimentos a fim de que nenhum de nós acredite-se parte de um ‘grupo seleto’ que discursa como ninguém sobre a Graça, pois afinal a Graça não é objeto para discursos, mas é a essência do próprio Deus pela qual existimos, nos movemos.
Domingo passado, falei da necessidade de anunciarmos tão grande salvação, pois no Caminho se semeia enquanto se caminha e se caminha enquanto se semeia. Sim, esta é a nossa caminhada. Não é uma caminhada de reclamações, e nem uma caminhada que se faz em direção ao nada. Não é uma caminhada que carrega bandeiras anti-denominacionais, ou anti-institucionalismo, ou anti-quaquer coisa. Nossa única bandeira é o Amor.
Durante esse período, quis muito que certas pessoas caminhassem comigo neste Caminho, mas já há muito percebi que o Caminho tem muitos admiradores, e até tem certos freqüentadores. Muitos falam melhor do Caminho nas estradas virtuais do que eu já mais falei, mas sinto que muitas dessas falas são somente virtuais. Na verdade poucos querem esse Caminho real, preferem apenas a estrada virtual. Isso talvez por que na estrada virtual o Evangelho continua como antes, só palavras. Na estrada virtual podemos amar visto que na virtualidade este amor não exige nada de mim. Quem realmente deseja encontros reais nas estações do Caminho?
Alguns já chegaram a me dizer que não gostam dos encontros porque não conseguem se adaptar a informalidade visto que quanto mais informal é algo, mais expostos estamos. Quem suporta ser visto apenas como é?
Outros não sabem viver a liberdade cristã. Saíram e na exagerada comemoração da liberdade, tornaram-se presos de novo, agora ao novo modelo de curtir a vida, onde não há mais espaço para nada que não gire em torno do eu.
Qualquer lugar serve para aqueles que não querem o Evangelho na vida, menos um lugar em que não se tenha como fugir do contato real com o que somos e com a verdade do próximo.
As reuniões desde o dia em que começamos são distintas uma das outras, desde o quesito quantidade de participantes até formato de reuniões. Isso porque mesmo sendo uma instituição, visto que onde houver um grupo de pessoas reunidas ali há uma instituição, não queremos institucionalizar nunca a alma e a fé.
Já houve gente que não quis o caminho porque qualquer reunião organizada lhe dá ojeriza. Não entendem que não estamos contra formatos, modelos e sim contra todo espírito que não procede do Evangelho.
Desse modo, como diz o Caio: o Caminho da Graça é uma instituição pelo simples fato de milhares de pessoas — seja pelo site, seja em razão dos encontros nas dezenas de grupos e Estações — afirmarem sua convergência de convicção nas mesmas coisas, confessando harmonicamente os mesmos objetivos fundados no Evangelho, e, de modo relativo e secundário, expressos de forma atualizada nos conteúdos expressos neste site. Entretanto, o principal conteúdo do Caminho da Graça é sua disposição de existir em metanóia permanente, no permanente encontro entre a Palavra e a existência.
Acho que uma das explicações porque muitos que dizem que querem na verdade não querem este Caminho, encontrei quando passei a experimentar novos vinhos com meu sogro. Todo vinho que já havia tomado na vida era o que podemos chamar de “vinho velho” quando experimentei dos “vinhos novos” meu paladar rejeitou aquele gosto como horrível, mas como o que é bom pode ser ruim? Quando nos acostumamos com o gosto do vinho velho não suportamos o vinho novo. Foi necessário, força de vontade até conseguir apreciar o vinho novo e realmente reconhecer a diferença.
Penso que todos aqueles que não viverem a desconstrução do velho jamais aprenderão a amar o novo.
Sou do Caminho, estou no Caminho e sei-sinto que isso não se refere a minha denominação religiosa, mas a meu novo estado, minha nova maneira de caminhar,de ver e de sentir as coisas.
Muitos acusam o Caminho de pregar uma Graça barata, estes são aqueles que provavelmente não entendem o que é Graça pois se soubessem saberiam que termos como “barato” “caro” não podem servir a algo que é de Graça. Sim a Graça é de Graça. Outros apelam para um discurso moral falando que entre nós não há busca de santidade e nem transformações. Mais uma vez são pessoas que nunca vieram e nunca conferiram nada, apenas repetem o que ouviram em algum lugar e não sabem onde. Nunca minha fé foi tão visceral, meu compromisso tão verdadeiro e minha sede tão grande quanto neste tempo em que Caminho.
Penso que o Caminho da Graça, sim, é para todos, mas nem todos querem. Quanto a mim, para onde irei? Vivo no Caminho porque o Caminho é uma pessoa e seu nome é Jesus.

quarta-feira, março 05, 2008

PROGRAMAÇÃO DO ENCONTRO DAS ESTAÇÕES


ENCONTRO NACIONAL DAS ESTAÇÕES DO CAMINHO DA GRAÇA EM FORTALEZA



PROGRAMAÇÃO - DIAS 01 a 04 de MAIO DE 2008


É muito importante que todas as Estações existentes possam enviar, ao menos, alguns participantes e mentores locais. Divulguem.


Quinta-feira

Chegadas a partir das 13hs

Acomodações e Descanso 20 h -

Jantar 21h 30 -

Apresentações (Ivo Fernandes) 22h -

Mensagem de Abertura: Caio Fábio 23h -

Lual - Música e poesia - Ana


Sexta-feira


8h - Café & Devoção: Ivo Fernandes

9h - Música - Jack

09h 30 - Interação das estações.

10h - Mensagem: Caio Fábio

13h - Almoço

Tarde livre - Sugestões: Futebol, piscinas, praia, caminhadas.

19h 30- Jantar

20h 30 - Músicas

21h - Mensagem: Caio Fábio

23h00min - Forró


Sábado

8h - Café & Devoção: Adriana D´Araújo
9h - Música 10h -

Mensagem: Caio Fábio

13h - Almoço

Tarde livre e SEMINÁRIOS sob supervisão do Marcos (Abreu e Lima - RE)

19h - Jantar

20h 30 - Música

21h 30 - Mensagem: por Carlos Bregantim

23h - Show de humor


Domingo

8h - Café e Devoção: Tião Camilo

9h - Música 09h 30 -

Reflexão: Marcelo Quintela

10h - Reunião de encerramento e Ceia do Senhor

13 h - Almoço

Retorno